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Dor no pós-operatório de cirurgia do ombro: entenda os sintomas da sua recuperação

Dor no pós-operatório de cirurgia do ombro: entenda os sintomas da sua recuperação

Quando a dor faz parte do pós-operatório, é natural surgirem dúvidas sobre o que é esperado na recuperação. A dor após uma cirurgia do ombro não deve ser interpretada isoladamente. A própria intervenção desencadeia uma resposta inflamatória necessária ao processo de reparação dos tecidos, que não acontece de um dia para o outro.

O tecido operado precisa de tempo. A cicatrização é um processo biológico progressivo e, durante esse período, inflamação, sensibilidade e limitação dos movimentos podem estar presentes, em diferentes intensidades.

Por isso, a dor não é avaliada isoladamente. Nas consultas de acompanhamento, o cirurgião observa a evolução dos sintomas, o exame físico e a recuperação da mobilidade e da função do ombro. Os exames de imagem também podem fazer parte dessa avaliação: quando indicados, exames como ultrassonografia ou ressonância magnética permitem acompanhar as estruturas reparadas e verificar sua evolução ao longo da recuperação.

O que observar na evolução da dor

Mais importante do que não sentir dor é observar como ela evolui. Dor que diminui progressivamente faz parte de uma recuperação. Já a dor persistente, intensa ou que piora deve ser comunicada à equipe médica.

Ou seja, o que importa não é apenas sentir dor ou não sentir dor, mas compreender como esse quadro está evoluindo ao longo do tempo.

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