A ortopedia exige conhecimento técnico, estudo contínuo e decisões cuidadosas. Exige acompanhar os avanços da medicina sem perder de vista aquilo que está no centro de cada atendimento: a função, o movimento e a qualidade de vida de cada paciente.
Aqui na Clínica do Ombro, esse trabalho é construído diariamente pelos ortopedistas Dr. Fernando Mothes, Dr. Fábio Matsumoto e Dr. Marco Tonding.
Trajetórias distintas, conhecimento compartilhado e o mesmo compromisso com o diagnóstico, o tratamento e o cuidado com as patologias do ombro e cotovelo.
Neste Dia do Ortopedista, parabenizamos todos os colegas que escolheram dedicar sua trajetória à recuperação do movimento e da autonomia de seus pacientes. Porque, na ortopedia, cuidar do movimento é também cuidar de tudo o que ele nos permite fazer.
Resp. Técnico – Dr. Fábio Matsumoto
MÉDICO Ortopedista
CRM RS 34110 | RQE 21425
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Aumentar a carga é uma forma de progressão, mas não deveria ser um teste de resistência do ombro a qualquer custo.
Para sustentar uma demanda maior, a articulação precisa ter mobilidade suficiente, força compatível e bom controle do movimento. O intervalo entre os treinos também importa: é durante a recuperação que o organismo se adapta à sobrecarga.
Quando a carga evolui mais rápido do que essa capacidade, o excesso pode se transformar em sobrecarga e, com o tempo, favorecer o aparecimento de dor e lesões.
Treinar com consistência também significa reconhecer quando o corpo está pronto para avançar.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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O resultado de uma cirurgia de ombro ou cotovelo não se encerra no ato cirúrgico. A reabilitação pós-operatória integra o tratamento e precisa respeitar a biologia de cicatrização, o procedimento realizado e as particularidades funcionais de cada paciente.
No pós-operatório, a avaliação fisioterapêutica permite acompanhar amplitude de movimento, força, controle motor e evolução funcional, além de identificar limitações que podem interferir na recuperação.
A progressão terapêutica, portanto, não deve seguir apenas um protocolo: deve acompanhar a resposta do paciente e as demandas específicas da cirurgia realizada.
Neste Dia Mundial da Fisioterapia, nossa homenagem a todos os colegas que, com conhecimento e dedicação, participam diariamente da construção desse caminho de volta ao movimento.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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A dor apareceu, você tomou um anti-inflamatório e alguns dias depois a dor voltou. Isso acontece com muita gente.
Porque aliviar a dor não é a mesma coisa que entender o motivo dela ter surgido.
Em alguns casos, o desconforto está relacionado à inflamação. Em outros, pode envolver sobrecarga, alterações nos tendões, limitação de movimento ou até lesões que precisam de avaliação.
Por isso, o mais indicado é que se os sintomas persistem é preciso procurar orientação médica!
Dor não é apenas um incômodo. É uma informação que o corpo está tentando transmitir e você precisa ouvir!
Responsável Técnico Médico: Dr. Fábio Matsumoto – CRM RS 34110 | RQE 21425
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By Cirurgia do Ombro e Cotovelo Cirurgia do Ombro e Cotovelo
21 set, 2026
Sem categoria
Cicatrização tendínea, ESRRβ, falha de cicatrização, genética, Journal of Shoulder and Elbow Surgery, matriz extracelular, MMP3, reparo tendíneo, tendão, TNC
A resposta pode estar, em parte, na própria biologia de cada paciente.
A genética também participa do processo
Estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery identificou associações entre alterações em determinados genes e a falha na cicatrização tendínea, especialmente nos genes MMP3 e TNC.
O que esses genes têm a ver com a cicatrização
A MMP3 participa da remodelação da matriz extracelular, o vínculo que sustenta as células e organiza o tecido.
Já a TNC está envolvida na resposta e na reorganização dos tecidos durante o reparo.
Outro achado relevante
Um polimorfismo no ESRRβ, uma variação natural na sequência do gene do receptor beta relacionado ao estrogênio, também foi associado a alterações na cicatrização tendínea.
Isso significa que a genética determina o resultado?
Não. A cicatrização é multifatorial.
Genética, características do tendão, idade, condições clínicas e fatores relacionados ao tratamento podem participar desse processo.
O que o estudo revela
A cicatrização de um tendão não acontece exatamente da mesma maneira em todas as pessoas. E estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery revela uma parte dessa diferença na própria genética.
Alterações nos genes MMP3 e TNC, além de uma variante no ESRRβ, foram associadas à falha de cicatrização tendínea. Esses genes participam de processos ligados à organização e remodelação dos tecidos.
Isso não significa que a genética determine o resultado de uma cirurgia. Significa que a resposta biológica ao reparo é mais complexa do que imaginávamos.
Referência: Genetic factors associated with tendon healing failure. Journal of Shoulder and Elbow Surgery, 2026. PMID: 41692714.
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A ortopedia de ombro e cotovelo exige mais do que o domínio da anatomia. Exige compreender a biomecânica do movimento, reconhecer as particularidades de cada lesão e, sobretudo, interpretar o que aquela alteração representa na vida de quem chega ao consultório.
Entre diagnóstico, indicação terapêutica e reabilitação, existe um compromisso que permanece: preservar ou restaurar a função para que o paciente possa retornar ao que lhe é essencial, seja praticar um esporte, trabalhar, cuidar da família ou simplesmente movimentar-se sem limitações.
Neste Dia do Ortopedista, celebramos aqueles que fazem da ciência uma prática diária e do cuidado uma responsabilidade.
- Fernando Carlos Mothes
- Almiro Gerzson de Britto
- Fábio Matsumoto
- Marco Tonding
- Rodrigo Py Gonçalves Barreto
- Ivan Simionato
Aos nossos ortopedistas, nossa homenagem e reconhecimento!
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A ortopedia de ombro e cotovelo exige um olhar preciso sobre estruturas que trabalham em conjunto para permitir alguns dos movimentos mais presentes na vida cotidiana.
Cada diagnóstico envolve compreender não apenas a lesão, mas também a história do paciente, suas limitações e seus objetivos: voltar ao esporte, recuperar a independência ou realizar atividades simples sem dor.
Por trás de cada tratamento existe o conhecimento da anatomia, da biomecânica e das diferentes possibilidades terapêuticas, sempre com o propósito de preservar ou restaurar a função.
Neste Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo, celebramos a dedicação de uma especialidade que transforma ciência em movimento e cuidado em qualidade de vida!
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Muita gente acredita que, depois que o ombro “volta para o lugar”, o problema está resolvido. Mas nem sempre é assim.
A primeira luxação pode lesionar estruturas que mantêm a articulação estável, como o lábio glenoidal, uma borda de cartilagem que ajuda a sustentar a cabeça do úmero, além dos ligamentos que reforçam essa estabilidade.
Quando essas estruturas são comprometidas, o ombro pode ficar mais vulnerável a novos episódios de luxação. Esse risco costuma ser maior em pessoas mais jovens e em quem pratica esportes de contato ou modalidades com movimentos repetitivos acima da cabeça.
Por isso, fortalecer a musculatura, recuperar a mobilidade e seguir um plano de reabilitação são etapas importantes para devolver estabilidade ao ombro. Antes de tudo, porém, é a avaliação médica que permite compreender a extensão da lesão e definir a conduta mais adequada para cada caso.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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A ortopedia de ombro e cotovelo exige um olhar preciso sobre estruturas que trabalham em conjunto para permitir alguns dos movimentos mais presentes na vida cotidiana.
Cada diagnóstico envolve compreender não apenas a lesão, mas também a história do paciente, suas limitações e seus objetivos: voltar ao esporte, recuperar a independência ou realizar atividades simples sem dor.
Por trás de cada tratamento existe o conhecimento da anatomia, da biomecânica e das diferentes possibilidades terapêuticas, sempre com o propósito de preservar ou restaurar a função.
Neste Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo, celebramos a dedicação que transforma ciência em movimento e cuidado em qualidade de vida!
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Cada cirurgia tem suas particularidades, mas uma coisa não muda: o ombro precisa de tempo para cicatrizar.
Os prazos podem variar conforme a lesão e o procedimento realizado, mas existe um caminho mais comum para a recuperação. Entender cada fase ajuda a criar expectativas mais realistas e contribui para um retorno mais seguro às atividades do dia a dia.
Primeira semana
O foco é proteger a cirurgia e controlar a dor. A tipoia permanece durante praticamente todo o dia e o ombro ainda não faz movimentos ativos. Nessa fase, são iniciados exercícios orientados para mão, punho e cotovelo.
De 2 a 6 semanas
A cicatrização continua sendo prioridade. Aos poucos, começam os movimentos passivos e assistidos, sempre com acompanhamento da fisioterapia. A tipoia costuma permanecer durante boa parte desse período.
A partir de 12 semanas
Com a evolução da cicatrização, inicia-se o fortalecimento progressivo do ombro. Os exercícios passam a ganhar resistência de forma gradual para recuperar força, estabilidade e função.
Cada recuperação tem seu tempo
Por isso, a recuperação acontece em etapas. Primeiro, o objetivo é proteger a cirurgia. Depois, recuperar os movimentos. Só quando os tecidos já estão cicatrizados é que o fortalecimento passa a fazer parte do tratamento.
Respeitar cada fase é essencial para reduzir o risco de complicações e favorecer um retorno mais seguro às atividades do dia a dia.
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