By Cirurgia do Ombro e Cotovelo Cirurgia do Ombro e Cotovelo
20 out, 2026
Sem categoria
cicatrização, cirurgia do ombro, dor após cirurgia, dor no pós-operatório, inflamação pós-operatória, mobilidade do ombro, pós-operatório de ombro, recuperação de cirurgia do ombro, ressonância magnética do ombro, ultrassonografia do ombro
Quando a dor faz parte do pós-operatório, é natural surgirem dúvidas sobre o que é esperado na recuperação. A dor após uma cirurgia do ombro não deve ser interpretada isoladamente. A própria intervenção desencadeia uma resposta inflamatória necessária ao processo de reparação dos tecidos, que não acontece de um dia para o outro.
O tecido operado precisa de tempo. A cicatrização é um processo biológico progressivo e, durante esse período, inflamação, sensibilidade e limitação dos movimentos podem estar presentes, em diferentes intensidades.
Por isso, a dor não é avaliada isoladamente. Nas consultas de acompanhamento, o cirurgião observa a evolução dos sintomas, o exame físico e a recuperação da mobilidade e da função do ombro. Os exames de imagem também podem fazer parte dessa avaliação: quando indicados, exames como ultrassonografia ou ressonância magnética permitem acompanhar as estruturas reparadas e verificar sua evolução ao longo da recuperação.
O que observar na evolução da dor
Mais importante do que não sentir dor é observar como ela evolui. Dor que diminui progressivamente faz parte de uma recuperação. Já a dor persistente, intensa ou que piora deve ser comunicada à equipe médica.
Ou seja, o que importa não é apenas sentir dor ou não sentir dor, mas compreender como esse quadro está evoluindo ao longo do tempo.
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By Cirurgia do Ombro e Cotovelo Cirurgia do Ombro e Cotovelo
05 out, 2026
Sem categoria
avaliação da saúde óssea, densidade óssea, doença metabólica óssea, fratura osteoporótica, microfraturas vertebrais, osteoporose após a menopausa, osteoporose na pós-menopausa, perda de massa óssea, prevenção da osteoporose, queda do estrogênio, risco de fraturas, saúde óssea na menopausa
Após a menopausa, o cuidado com os ossos deve ganhar uma nova atenção. A redução do estrogênio acelera a perda de massa óssea e aumenta o risco de osteoporose.
A pós-menopausa é um período em que o organismo feminino passa por mudanças importantes. A queda dos níveis de estrogênio acelera o processo de perda óssea, favorecendo o desenvolvimento da osteoporose.
Osteoporose: uma doença silenciosa
A osteoporose é uma doença silenciosa. Ela provoca redução da densidade óssea e compromete a resistência do esqueleto, muitas vezes sem apresentar sintomas até a ocorrência de uma fratura.
Essa condição, chamada de doença metabólica óssea, reduz a resistência do osso e aumenta a vulnerabilidade a fraturas. Muitas vezes, alterações iniciais acontecem de forma silenciosa, antes mesmo de um primeiro evento clínico.
Fraturas na pós-menopausa: pequenas alterações, grandes riscos
Pequenas alterações podem representar grandes riscos. Fraturas ocultas, como as microfraturas vertebrais, são comuns em mulheres na pós-menopausa e podem aumentar de 3 a 5 vezes o risco de novas fraturas.
Estima-se que uma mulher aos 50 anos tenha um risco significativo de desenvolver uma fratura osteoporótica ao longo da vida.
Avaliação precoce da saúde óssea e prevenção da osteoporose
A avaliação precoce permite identificar riscos, orientar prevenção e reduzir o impacto que uma fratura pode causar na mobilidade e na qualidade de vida.
Por isso, acompanhar a saúde óssea é uma forma de preservar movimento, independência e qualidade de vida.
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A ortopedia exige conhecimento técnico, estudo contínuo e decisões cuidadosas. Exige acompanhar os avanços da medicina sem perder de vista aquilo que está no centro de cada atendimento: a função, o movimento e a qualidade de vida de cada paciente.
Aqui na Clínica do Ombro, esse trabalho é construído diariamente pelos ortopedistas Dr. Fernando Mothes, Dr. Fábio Matsumoto e Dr. Marco Tonding.
Trajetórias distintas, conhecimento compartilhado e o mesmo compromisso com o diagnóstico, o tratamento e o cuidado com as patologias do ombro e cotovelo.
Neste Dia do Ortopedista, parabenizamos todos os colegas que escolheram dedicar sua trajetória à recuperação do movimento e da autonomia de seus pacientes. Porque, na ortopedia, cuidar do movimento é também cuidar de tudo o que ele nos permite fazer.
Resp. Técnico – Dr. Fábio Matsumoto
MÉDICO Ortopedista
CRM RS 34110 | RQE 21425
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Aumentar a carga é uma forma de progressão, mas não deveria ser um teste de resistência do ombro a qualquer custo.
Para sustentar uma demanda maior, a articulação precisa ter mobilidade suficiente, força compatível e bom controle do movimento. O intervalo entre os treinos também importa: é durante a recuperação que o organismo se adapta à sobrecarga.
Quando a carga evolui mais rápido do que essa capacidade, o excesso pode se transformar em sobrecarga e, com o tempo, favorecer o aparecimento de dor e lesões.
Treinar com consistência também significa reconhecer quando o corpo está pronto para avançar.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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O resultado de uma cirurgia de ombro ou cotovelo não se encerra no ato cirúrgico. A reabilitação pós-operatória integra o tratamento e precisa respeitar a biologia de cicatrização, o procedimento realizado e as particularidades funcionais de cada paciente.
No pós-operatório, a avaliação fisioterapêutica permite acompanhar amplitude de movimento, força, controle motor e evolução funcional, além de identificar limitações que podem interferir na recuperação.
A progressão terapêutica, portanto, não deve seguir apenas um protocolo: deve acompanhar a resposta do paciente e as demandas específicas da cirurgia realizada.
Neste Dia Mundial da Fisioterapia, nossa homenagem a todos os colegas que, com conhecimento e dedicação, participam diariamente da construção desse caminho de volta ao movimento.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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A dor apareceu, você tomou um anti-inflamatório e alguns dias depois a dor voltou. Isso acontece com muita gente.
Porque aliviar a dor não é a mesma coisa que entender o motivo dela ter surgido.
Em alguns casos, o desconforto está relacionado à inflamação. Em outros, pode envolver sobrecarga, alterações nos tendões, limitação de movimento ou até lesões que precisam de avaliação.
Por isso, o mais indicado é que se os sintomas persistem é preciso procurar orientação médica!
Dor não é apenas um incômodo. É uma informação que o corpo está tentando transmitir e você precisa ouvir!
Responsável Técnico Médico: Dr. Fábio Matsumoto – CRM RS 34110 | RQE 21425
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By Cirurgia do Ombro e Cotovelo Cirurgia do Ombro e Cotovelo
21 set, 2026
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Cicatrização tendínea, ESRRβ, falha de cicatrização, genética, Journal of Shoulder and Elbow Surgery, matriz extracelular, MMP3, reparo tendíneo, tendão, TNC
A resposta pode estar, em parte, na própria biologia de cada paciente.
A genética também participa do processo
Estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery identificou associações entre alterações em determinados genes e a falha na cicatrização tendínea, especialmente nos genes MMP3 e TNC.
O que esses genes têm a ver com a cicatrização
A MMP3 participa da remodelação da matriz extracelular, o vínculo que sustenta as células e organiza o tecido.
Já a TNC está envolvida na resposta e na reorganização dos tecidos durante o reparo.
Outro achado relevante
Um polimorfismo no ESRRβ, uma variação natural na sequência do gene do receptor beta relacionado ao estrogênio, também foi associado a alterações na cicatrização tendínea.
Isso significa que a genética determina o resultado?
Não. A cicatrização é multifatorial.
Genética, características do tendão, idade, condições clínicas e fatores relacionados ao tratamento podem participar desse processo.
O que o estudo revela
A cicatrização de um tendão não acontece exatamente da mesma maneira em todas as pessoas. E estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery revela uma parte dessa diferença na própria genética.
Alterações nos genes MMP3 e TNC, além de uma variante no ESRRβ, foram associadas à falha de cicatrização tendínea. Esses genes participam de processos ligados à organização e remodelação dos tecidos.
Isso não significa que a genética determine o resultado de uma cirurgia. Significa que a resposta biológica ao reparo é mais complexa do que imaginávamos.
Referência: Genetic factors associated with tendon healing failure. Journal of Shoulder and Elbow Surgery, 2026. PMID: 41692714.
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A ortopedia de ombro e cotovelo exige mais do que o domínio da anatomia. Exige compreender a biomecânica do movimento, reconhecer as particularidades de cada lesão e, sobretudo, interpretar o que aquela alteração representa na vida de quem chega ao consultório.
Entre diagnóstico, indicação terapêutica e reabilitação, existe um compromisso que permanece: preservar ou restaurar a função para que o paciente possa retornar ao que lhe é essencial, seja praticar um esporte, trabalhar, cuidar da família ou simplesmente movimentar-se sem limitações.
Neste Dia do Ortopedista, celebramos aqueles que fazem da ciência uma prática diária e do cuidado uma responsabilidade.
- Fernando Carlos Mothes
- Almiro Gerzson de Britto
- Fábio Matsumoto
- Marco Tonding
- Rodrigo Py Gonçalves Barreto
- Ivan Simionato
Aos nossos ortopedistas, nossa homenagem e reconhecimento!
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A ortopedia de ombro e cotovelo exige um olhar preciso sobre estruturas que trabalham em conjunto para permitir alguns dos movimentos mais presentes na vida cotidiana.
Cada diagnóstico envolve compreender não apenas a lesão, mas também a história do paciente, suas limitações e seus objetivos: voltar ao esporte, recuperar a independência ou realizar atividades simples sem dor.
Por trás de cada tratamento existe o conhecimento da anatomia, da biomecânica e das diferentes possibilidades terapêuticas, sempre com o propósito de preservar ou restaurar a função.
Neste Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo, celebramos a dedicação de uma especialidade que transforma ciência em movimento e cuidado em qualidade de vida!
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Muita gente acredita que, depois que o ombro “volta para o lugar”, o problema está resolvido. Mas nem sempre é assim.
A primeira luxação pode lesionar estruturas que mantêm a articulação estável, como o lábio glenoidal, uma borda de cartilagem que ajuda a sustentar a cabeça do úmero, além dos ligamentos que reforçam essa estabilidade.
Quando essas estruturas são comprometidas, o ombro pode ficar mais vulnerável a novos episódios de luxação. Esse risco costuma ser maior em pessoas mais jovens e em quem pratica esportes de contato ou modalidades com movimentos repetitivos acima da cabeça.
Por isso, fortalecer a musculatura, recuperar a mobilidade e seguir um plano de reabilitação são etapas importantes para devolver estabilidade ao ombro. Antes de tudo, porém, é a avaliação médica que permite compreender a extensão da lesão e definir a conduta mais adequada para cada caso.
Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425
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