Quando o assunto é cirurgia do ombro, a tecnologia é uma grande aliada. A videoartroscopia é um procedimento minimamente invasivo que permite tratar diversas lesões articulares com mais segurança e menor impacto para o corpo.
Esse tipo de cirurgia é indicada para tratar lesões no manguito rotador, instabilidade, artrose, bursite, entre outras.
Com cicatrizes discretas, o retorno às atividades também acontece de forma mais rápida – sempre com orientação do ortopedista e com acompanhamento especializado.
Quer saber se a videoartroscopia é indicada para o seu caso? Agende uma avaliação com um ortopedista.
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O surf é um dos esportes mais populares no litoral brasileiro – e no verão, a prática só cresce. Mas por trás da diversão e da adrenalina, existe um risco que merece atenção: o impacto repetitivo nos ombros.
A remada, movimento base do surf, exige esforço constante dos músculos do ombro, especialmente do manguito rotador. Sem aquecimento adequado, técnica correta ou preparo muscular, podem surgir lesões por sobrecarga, como a síndrome do impacto do ombro.
Essas lesões costumam evoluir de forma silenciosa. Primeiro, uma dor leve durante a prática. Depois, incômodos mesmo em repouso, como ao se deitar à noite.
Para prevenir, faça um bom aquecimento antes de entrar na água. Alongue ombros, braços e coluna torácica para ampliar o arco de movimento e respeite seus limites e observe sinais de dor, estalos ou perda de força.
Sentiu algo diferente? Não ignore. Procure um ortopedista para avaliar o quadro e evitar lesões mais graves.
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A síndrome da dor subacromial é uma das causas mais frequentes de dor no ombro. Ela acontece quando há compressão ou atrito das estruturas localizadas abaixo do acrômio, como tendões do manguito rotador e a bursa subacromial.
Essa condição pode se manifestar em situações comuns, como levantar o braço, alcançar objetos acima da cabeça ou vestir uma roupa.
Os sintomas mais comuns incluem:
Dor ao elevar ou rodar o braço
Desconforto ao dormir sobre o ombro
Perda de força e limitação de movimento
O tratamento varia conforme a gravidade, incluindo fisioterapia, controle da inflamação e, em alguns casos, cirurgia. O mais importante é buscar avaliação médica para diagnóstico preciso e conduta adequada. 🩺
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Cada caso exige uma avaliação detalhada, considerando aspectos clínicos, funcionais e individuais.
Entre os principais fatores que influenciam a indicação estão:
- Tipo e gravidade da lesão (como artrose ou ruptura irreparável do manguito rotador)
- Idade do paciente
- Nível de atividade física e demandas funcionais
- Qualidade óssea e muscular
- Histórico cirúrgico prévio
Existem diferentes modelos de próteses, como a anatômica e a reversa, e cada uma delas possui indicações específicas. A decisão é sempre baseada em evidências científicas e adaptada à realidade e aos objetivos de cada paciente. Converse com o seu ortopedista!
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A luxação do ombro acontece quando a cabeça do úmero se desloca da cavidade glenoidal da escápula. É uma das articulações mais vulneráveis à luxação devido à sua ampla mobilidade e relativa instabilidade anatômica. Na maioria das vezes, o quadro está associado a traumas diretos, quedas, colisões esportivas ou movimentos bruscos.
Durante o episódio, o paciente sente dor intensa, perda imediata da mobilidade e, muitas vezes, apresenta deformidade visível no ombro. O tratamento inicial exige atendimento médico para reposicionar a articulação, procedimento chamado redução da luxação.
No entanto, após o primeiro episódio, muitos pacientes desenvolvem instabilidade do ombro, ou seja, a articulação passa a apresentar maior risco de deslocamento em situações simples — como levantar o braço, pegar um objeto no alto ou até durante o sono. Esse risco é ainda maior em pacientes jovens e em praticantes de esportes de contato.
Entre os sintomas da instabilidade estão:
- Sensação de que o ombro “sai do lugar” em determinados movimentos
- Dor recorrente
- Perda de força
- Limitação funcional em atividades do dia a dia ou esportivas
O diagnóstico precoce e a conduta individualizada são fundamentais para prevenir complicações, como lesões no lábio glenoidal, danos à cartilagem ou ao manguito rotador.
Resumo:
A luxação do ombro ocorre quando a cabeça do úmero se desloca da cavidade da escápula, geralmente após um trauma, queda ou movimento brusco. Além da dor intensa e da limitação funcional imediata, o problema pode deixar sequelas. Em muitos pacientes, surge a instabilidade, aumentando o risco de novas luxações até em situações cotidianas. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar complicações.
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O Dia Mundial da Osteoporose, celebrado em 20 de outubro, é um marco para lembrar que a saúde óssea precisa de atenção em todas as fases da vida. A osteoporose é caracterizada pela diminuição da densidade e da qualidade óssea, deixando os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas. Embora seja mais prevalente em idosos, não é uma condição exclusiva dessa faixa etária: homens, mulheres jovens e até atletas podem ser diagnosticados, dependendo de seus fatores de risco.
Entre as principais causas estão histórico familiar, menopausa precoce, tabagismo, sedentarismo, deficiência de cálcio e vitamina D, além de certas doenças metabólicas ou uso prolongado de medicamentos como corticoides.
O grande desafio é que a osteoporose é silenciosa: muitas vezes o diagnóstico só ocorre após a primeira fratura. Por isso, exames como a densitometria óssea são fundamentais para identificar precocemente a perda de massa óssea.
A prevenção envolve hábitos saudáveis, como alimentação rica em cálcio e vitamina D, prática regular de exercícios físicos, exposição solar adequada e acompanhamento médico periódico.
Na ortopedia, especialmente em áreas como o ombro e o cotovelo, a osteoporose representa um fator de atenção no tratamento de fraturas, pois influencia diretamente nas técnicas cirúrgicas e no prognóstico.
No Grupo de Cirurgia do Ombro e Cotovelo da Santa Casa de Porto Alegre, reforçamos que cuidar da saúde óssea é investir em qualidade de vida. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para manter os ossos fortes em todas as idades.
Resumo:
A osteoporose é uma doença silenciosa caracterizada pela perda de densidade e qualidade óssea, aumentando o risco de fraturas. Apesar de ser mais frequente em idosos, pode atingir adultos de diferentes idades, especialmente mulheres após a menopausa e pessoas com fatores de risco. A prevenção, o diagnóstico precoce e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para preservar a saúde óssea ao longo da vida.
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O Dia do Fisioterapeuta, celebrado em 13 de outubro, é uma oportunidade para reconhecer a importância desses profissionais que atuam de forma decisiva na recuperação da saúde musculoesquelética.
No cuidado ortopédico — especialmente no ombro e no cotovelo —, a fisioterapia é parte fundamental em todas as etapas do processo: desde a prevenção de lesões, passando pela reabilitação pós-operatória, até a manutenção da função e do desempenho. Na prevenção, o fisioterapeuta orienta quanto à postura, ao fortalecimento muscular e à execução correta de movimentos, reduzindo a sobrecarga articular e evitando o surgimento de lesões por esforço repetitivo.
No pós-operatório, a fisioterapia assume um papel ainda mais estratégico. Cada fase do protocolo é cuidadosamente planejada para respeitar a cicatrização tecidual, controlar a dor, recuperar a amplitude de movimento e, gradualmente, devolver a força e a estabilidade ao ombro e ao cotovelo.
Além disso, a atuação do fisioterapeuta não se restringe ao consultório ou à sala de fisioterapia. Ele acompanha o paciente no processo de retorno às atividades da vida diária, profissionais e esportivas, adaptando a carga e os exercícios de acordo com a evolução individual.
No Grupo de Cirurgia do Ombro e Cotovelo da Santa Casa de Porto Alegre, reconhecemos e valorizamos essa parceria. No Dia do Fisioterapeuta, prestamos nossa homenagem a todos os profissionais que, com técnica, paciência e conhecimento científico, ajudam nossos pacientes a retomar o movimento e a qualidade de vida.
Resumo:
No ombro e no cotovelo, a fisioterapia é essencial em todas as fases do cuidado: prevenção, pós-operatório e manutenção funcional. O fisioterapeuta atua não apenas com protocolos técnicos, mas também com olhar individualizado, adaptando o tratamento às necessidades de cada paciente. Essa integração com a ortopedia é o que garante resultados duradouros, devolvendo autonomia, qualidade de vida e confiança ao movimento.
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A epicondilite lateral e medial é uma condição ortopédica caracterizada pela inflamação dos tendões que ligam os músculos do antebraço às proeminências ósseas do cotovelo. Apesar de ser mais conhecida pelos nomes populares cotovelo de tenista e cotovelo de golfista, a doença não é exclusiva de atletas.
Na prática, a epicondilite é frequentemente resultado de uso excessivo e repetitivo do punho e do antebraço, algo comum em profissionais que passam muitas horas digitando, realizando movimentos manuais repetitivos, carregando peso ou mesmo em atividades domésticas.
A epicondilite lateral afeta a região externa do cotovelo e costuma estar associada a movimentos de extensão do punho e da mão. Já a epicondilite medial envolve a região interna, frequentemente relacionada a movimentos de flexão do punho.
Os sintomas mais comuns incluem dor localizada no cotovelo, sensibilidade ao toque, dificuldade em segurar objetos ou realizar tarefas simples, como abrir um pote ou segurar o volante do carro. Em alguns casos, a dor pode irradiar pelo braço e afetar a força de preensão manual.
É importante destacar que, quando diagnosticada e tratada precocemente, a epicondilite apresenta ótimo prognóstico, permitindo ao paciente retomar suas atividades normais sem dor ou limitações significativas.
Resumo:
A epicondilite é uma inflamação nos tendões que ligam os músculos do antebraço ao cotovelo. Embora seja conhecida como cotovelo de tenista (lateral) ou cotovelo de golfista (medial), a condição não afeta apenas atletas. Ela é frequente em pessoas que realizam movimentos repetitivos no trabalho ou nas tarefas do dia a dia. Reconhecer os sintomas e buscar diagnóstico precoce é fundamental para evitar dor crônica e limitação funcional.
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O tempo de recuperação após uma cirurgia no ombro é variável e depende de fatores como o tipo de procedimento realizado, a gravidade da lesão, a condição clínica do paciente e a adesão ao tratamento fisioterapêutico.
De forma geral, atividades leves do cotidiano, como se alimentar, escrever ou usar o computador, podem ser retomadas nas primeiras semanas, conforme liberação médica. Já tarefas que exigem maior esforço físico, como carregar peso ou realizar movimentos acima da cabeça, demandam mais cautela. Em reparos do manguito rotador, por exemplo, a cicatrização completa do tendão pode levar de 4 a 6 meses.
O retorno a esportes ou atividades de alta demanda funcional costuma ultrapassar esse período, especialmente em práticas que envolvem impacto ou movimentos repetitivos do ombro.
A reabilitação fisioterapêutica é peça-chave no processo. Ela deve ser individualizada, respeitando as fases de cicatrização e priorizando a mobilidade, o fortalecimento e o controle motor.
Por isso, é fundamental que cada paciente receba um plano específico, alinhado à sua rotina e aos seus objetivos.
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Durante o treino, é comum perceber estalos ou “cliques” no ombro. Na maioria das vezes, eles são benignos, causados pelo movimento natural de tendões e ligamentos ou por pequenas bolhas de gás no líquido sinovial.
No entanto, quando o estalo vem acompanhado de dor, rigidez, instabilidade ou queda de desempenho, ele pode indicar lesões como instabilidade glenoumeral, lesões labrais ou tendinopatias.
O ideal é não ignorar sinais associados e buscar avaliação especializada para garantir diagnóstico preciso e evitar a evolução de problemas.
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