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Depois da primeira luxação, é muito mais fácil ter outras.

Depois da primeira luxação, é muito mais fácil ter outras.

Muita gente acredita que, depois que o ombro “volta para o lugar”, o problema está resolvido. Mas nem sempre é assim.

A primeira luxação pode lesionar estruturas que mantêm a articulação estável, como o lábio glenoidal, uma borda de cartilagem que ajuda a sustentar a cabeça do úmero, além dos ligamentos que reforçam essa estabilidade.

Quando essas estruturas são comprometidas, o ombro pode ficar mais vulnerável a novos episódios de luxação. Esse risco costuma ser maior em pessoas mais jovens e em quem pratica esportes de contato ou modalidades com movimentos repetitivos acima da cabeça.

Por isso, fortalecer a musculatura, recuperar a mobilidade e seguir um plano de reabilitação são etapas importantes para devolver estabilidade ao ombro. Antes de tudo, porém, é a avaliação médica que permite compreender a extensão da lesão e definir a conduta mais adequada para cada caso.

Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425

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Dia do Ortopedista de ombro e cotovelo

Dia do Ortopedista de ombro e cotovelo

A ortopedia de ombro e cotovelo exige um olhar preciso sobre estruturas que trabalham em conjunto para permitir alguns dos movimentos mais presentes na vida cotidiana.

Cada diagnóstico envolve compreender não apenas a lesão, mas também a história do paciente, suas limitações e seus objetivos: voltar ao esporte, recuperar a independência ou realizar atividades simples sem dor.

Por trás de cada tratamento existe o conhecimento da anatomia, da biomecânica e das diferentes possibilidades terapêuticas, sempre com o propósito de preservar ou restaurar a função.

Neste Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo, celebramos a dedicação que transforma ciência em movimento e cuidado em qualidade de vida!

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Como costuma ser o pós-operatório da cirurgia do ombro?

Como costuma ser o pós-operatório da cirurgia do ombro?

Cada cirurgia tem suas particularidades, mas uma coisa não muda: o ombro precisa de tempo para cicatrizar.

Os prazos podem variar conforme a lesão e o procedimento realizado, mas existe um caminho mais comum para a recuperação. Entender cada fase ajuda a criar expectativas mais realistas e contribui para um retorno mais seguro às atividades do dia a dia.

Primeira semana

O foco é proteger a cirurgia e controlar a dor. A tipoia permanece durante praticamente todo o dia e o ombro ainda não faz movimentos ativos. Nessa fase, são iniciados exercícios orientados para mão, punho e cotovelo.

De 2 a 6 semanas

A cicatrização continua sendo prioridade. Aos poucos, começam os movimentos passivos e assistidos, sempre com acompanhamento da fisioterapia. A tipoia costuma permanecer durante boa parte desse período.

A partir de 12 semanas

Com a evolução da cicatrização, inicia-se o fortalecimento progressivo do ombro. Os exercícios passam a ganhar resistência de forma gradual para recuperar força, estabilidade e função.

Cada recuperação tem seu tempo

Por isso, a recuperação acontece em etapas. Primeiro, o objetivo é proteger a cirurgia. Depois, recuperar os movimentos. Só quando os tecidos já estão cicatrizados é que o fortalecimento passa a fazer parte do tratamento.

Respeitar cada fase é essencial para reduzir o risco de complicações e favorecer um retorno mais seguro às atividades do dia a dia.

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Nem toda a lesão começa com dor.

Nem toda a lesão começa com dor.

É comum pensar que toda lesão vem acompanhada de dor, mas com o ombro não é sempre assim. 

Certas lesões do manguito rotador podem progredir de forma silenciosa, especialmente nas fases iniciais. Em vez da dor aguda, a pessoa percebe perda de força, dificuldade para elevar o braço ou nota que alguns movimentos já não são tão naturais quanto antes.

Por tudo isso, esperar pela dor nem sempre funciona como critério para buscar ajuda. Mudanças na força ou na mobilidade do ombro também são sinais de alerta e precisam de avaliação especializada.

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A escolha da prótese de ombro

A escolha da prótese de ombro

Cada caso exige uma avaliação detalhada, considerando aspectos clínicos, funcionais e individuais.

Entre os principais fatores que influenciam a indicação estão:

  • Tipo e gravidade da lesão (como artrose ou ruptura irreparável do manguito rotador)
  • Idade do paciente
  • Nível de atividade física e demandas funcionais
  • Qualidade óssea e muscular
  • Histórico cirúrgico prévio

    Existem diferentes modelos de próteses, como a anatômica e a reversa, e cada uma delas possui indicações específicas.  A decisão é sempre baseada em evidências científicas e adaptada à realidade e aos objetivos de cada paciente. Converse com o seu ortopedista!

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Dor no cotovelo: nem sempre precisa de ressonância

Dor no cotovelo: nem sempre precisa de ressonância

Sente uma fisgada no cotovelo quando vai carregar as sacolas do supermercado, segurar o telefone ou treinar?

Na correria, a primeira reação de muita gente é achar que precisa correr para uma ressonância magnética para descobrir o problema.

Mas a verdade é que o ultrassom costuma ser um caminho muito mais prático. Um estudo recente publicado no PubMed (PMC9407887) mostrou que o ultrassom tem 95% de sensibilidade para diagnosticar a epicondilite medial – o famoso “cotovelo do golfista”, que surge por movimentos repetitivos no trabalho ou no esporte.

O segredo não é a complexidade da tecnologia utilizada para diagnosticar o que você está sofrendo, mas um exame bem feito por quem entende.

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Como o médico descobre o problema exato no ombro?

Como o médico descobre o problema exato no ombro?

Lesões diferentes no ombro podem causar sintomas muito parecidos. Por isso, o diagnóstico não depende apenas da ressonância ou do raio-X.

A investigação começa antes dos exames. A forma como a queda aconteceu, a posição do braço no momento do trauma, a perda de força, o tipo de dor e a idade do paciente ajudam a direcionar quais estruturas podem estar lesionadas.

Depois, o exame físico avalia estabilidade, amplitude de movimento, força e quais movimentos reproduzem a dor. Estes testes ajudam a entender o comportamento da lesão na prática.

Os exames de imagem entram para confirmar a suspeita clínica e complementar a análise.

Quando história do trauma, exame físico e experiência médica são avaliados em conjunto, o diagnóstico se torna mais preciso e o tratamento mais direcionado para recuperar mobilidade e função do ombro.

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Dor persistente, fraqueza no braço e dificuldade para levantar o braço acima da cabeça.

Dor persistente, fraqueza no braço e dificuldade para levantar o braço acima da cabeça.

Dor persistente, fraqueza no braço e dificuldade para levantar o braço acima da cabeça. Esses sintomas, muitas vezes subestimados, podem indicar algo mais sério: a ruptura do manguito rotador.

Estudos mostram que cerca de 50% dessa população pode apresentar rupturas, muitas vezes silenciosas. Sem o tratamento adequado, essas lesões podem evoluir para perda de força, dor crônica e limitação significativa dos movimentos.

A boa notícia? A cirurgia do manguito rotador é uma alternativa eficiente e pode ser realizada por videoartroscopia, uma técnica menos invasiva, com recuperação mais rápida, menos dor e menor risco de complicações.

A cicatrização do tendão leva, em média, 6 semanas – período em que os movimentos ativos do ombro devem ser evitados. Já os exercícios de fortalecimento são iniciados apenas após 3 a 4 meses, sempre com orientação do seu ortopedista e do fisioterapeuta.

Fique atento aos sintomas. Dor não é normal!

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4 mitos sobre a dor no ombro que podem atrasar sua recuperação!

4 mitos sobre a dor no ombro  que podem atrasar sua recuperação!

Quando o assunto é dor no ombro, muita gente acredita em frases prontas que podem colocar a recuperação em risco.

 

“Se eu descansar, a dor vai sumir sozinha.”

O repouso absoluto pode até aliviar a dor no início, mas prolongar a inatividade enfraquece músculos e articulações, dificultando a recuperação. O ideal é manter movimentos orientados e exercícios terapêuticos.

 

“Só cirurgia resolve dor no ombro.”

A maioria dos casos melhora com tratamento conservador: fisioterapia, ajustes de atividade, controle de inflamação e fortalecimento. Cirurgia é indicada apenas quando há lesões graves ou falha do tratamento não cirúrgico.

 

“Não dói, então está curado.”

A ausência de dor não significa que a função foi restaurada. É preciso recuperar força, estabilidade e mobilidade para evitar recidivas e novas lesões.

 

“Treinar com dor ajuda a ganhar resistência.”

Ignorar a dor e seguir treinando pode agravar inflamações e até causar rupturas. O corpo usa a dor como sinal de alerta: respeite os limites e busque avaliação.


Descansar demais, pensar que só cirurgia resolve ou ignorar a dor são atitudes que podem prolongar o problema e até piorar a lesão.

Dor no ombro não deve ser ignorada! Ao perceber sinais constantes, converse com seu ortopedista.

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Dia Mundial da Saúde

Dia Mundial da Saúde

Com a correria do dia a dia, é comum deixarmos a saúde em segundo plano. Mas hoje, no Dia Mundial da Saúde, queremos te lembrar de algo simples e essencial: cuidar de você é essencial.

Praticar uma atividade física que te faz bem, beber água ao longo do dia, manter uma alimentação equilibrada, respeitar o seu descanso e sempre procurar ajuda quando o corpo ou a mente pedem são gestos de autocuidado que fazem a diferença a longo prazo.

E quando falamos em saúde, não falamos só da ausência de doença, falamos de qualidade de vida, disposição e bem-estar. 

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