All posts in Sem categoria

Dor no pós-operatório de cirurgia do ombro: entenda os sintomas da sua recuperação

Dor no pós-operatório de cirurgia do ombro: entenda os sintomas da sua recuperação

Quando a dor faz parte do pós-operatório, é natural surgirem dúvidas sobre o que é esperado na recuperação. A dor após uma cirurgia do ombro não deve ser interpretada isoladamente. A própria intervenção desencadeia uma resposta inflamatória necessária ao processo de reparação dos tecidos, que não acontece de um dia para o outro.

O tecido operado precisa de tempo. A cicatrização é um processo biológico progressivo e, durante esse período, inflamação, sensibilidade e limitação dos movimentos podem estar presentes, em diferentes intensidades.

Por isso, a dor não é avaliada isoladamente. Nas consultas de acompanhamento, o cirurgião observa a evolução dos sintomas, o exame físico e a recuperação da mobilidade e da função do ombro. Os exames de imagem também podem fazer parte dessa avaliação: quando indicados, exames como ultrassonografia ou ressonância magnética permitem acompanhar as estruturas reparadas e verificar sua evolução ao longo da recuperação.

O que observar na evolução da dor

Mais importante do que não sentir dor é observar como ela evolui. Dor que diminui progressivamente faz parte de uma recuperação. Já a dor persistente, intensa ou que piora deve ser comunicada à equipe médica.

Ou seja, o que importa não é apenas sentir dor ou não sentir dor, mas compreender como esse quadro está evoluindo ao longo do tempo.

Leia mais

Osteoporose após a menopausa

Osteoporose após a menopausa

Após a menopausa, o cuidado com os ossos deve ganhar uma nova atenção. A redução do estrogênio acelera a perda de massa óssea e aumenta o risco de osteoporose.

A pós-menopausa é um período em que o organismo feminino passa por mudanças importantes. A queda dos níveis de estrogênio acelera o processo de perda óssea, favorecendo o desenvolvimento da osteoporose.

 

Osteoporose: uma doença silenciosa

A osteoporose é uma doença silenciosa. Ela provoca redução da densidade óssea e compromete a resistência do esqueleto, muitas vezes sem apresentar sintomas até a ocorrência de uma fratura.

Essa condição, chamada de doença metabólica óssea, reduz a resistência do osso e aumenta a vulnerabilidade a fraturas. Muitas vezes, alterações iniciais acontecem de forma silenciosa, antes mesmo de um primeiro evento clínico.

 

Fraturas na pós-menopausa: pequenas alterações, grandes riscos

Pequenas alterações podem representar grandes riscos. Fraturas ocultas, como as microfraturas vertebrais, são comuns em mulheres na pós-menopausa e podem aumentar de 3 a 5 vezes o risco de novas fraturas.

Estima-se que uma mulher aos 50 anos tenha um risco significativo de desenvolver uma fratura osteoporótica ao longo da vida.

 

Avaliação precoce da saúde óssea e prevenção da osteoporose

A avaliação precoce permite identificar riscos, orientar prevenção e reduzir o impacto que uma fratura pode causar na mobilidade e na qualidade de vida.

Por isso, acompanhar a saúde óssea é uma forma de preservar movimento, independência e qualidade de vida.

Leia mais

Dia do Ortopedista

Dia do Ortopedista

A ortopedia exige conhecimento técnico, estudo contínuo e decisões cuidadosas. Exige acompanhar os avanços da medicina sem perder de vista aquilo que está no centro de cada atendimento: a função, o movimento e a qualidade de vida de cada paciente.

Aqui na Clínica do Ombro, esse trabalho é construído diariamente pelos ortopedistas Dr. Fernando Mothes, Dr. Fábio Matsumoto e Dr. Marco Tonding.

Trajetórias distintas, conhecimento compartilhado e o mesmo compromisso com o diagnóstico, o tratamento e o cuidado com as patologias do ombro e cotovelo.

Neste Dia do Ortopedista, parabenizamos todos os colegas que escolheram dedicar sua trajetória à recuperação do movimento e da autonomia de seus pacientes. Porque, na ortopedia, cuidar do movimento é também cuidar de tudo o que ele nos permite fazer.

Resp. Técnico – Dr. Fábio Matsumoto
MÉDICO Ortopedista
CRM RS 34110 | RQE 21425

Leia mais

Aumentar a carga é uma forma de progressão

Aumentar a carga é uma forma de progressão

Aumentar a carga é uma forma de progressão, mas não deveria ser um teste de resistência do ombro a qualquer custo.

Para sustentar uma demanda maior, a articulação precisa ter mobilidade suficiente, força compatível e bom controle do movimento. O intervalo entre os treinos também importa: é durante a recuperação que o organismo se adapta à sobrecarga.

Quando a carga evolui mais rápido do que essa capacidade, o excesso pode se transformar em sobrecarga e, com o tempo, favorecer o aparecimento de dor e lesões.

Treinar com consistência também significa reconhecer quando o corpo está pronto para avançar.

Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425

Leia mais

Dia Mundial da Fisioterapia

Dia Mundial da Fisioterapia

O resultado de uma cirurgia de ombro ou cotovelo não se encerra no ato cirúrgico. A reabilitação pós-operatória integra o tratamento e precisa respeitar a biologia de cicatrização, o procedimento realizado e as particularidades funcionais de cada paciente.

No pós-operatório, a avaliação fisioterapêutica permite acompanhar amplitude de movimento, força, controle motor e evolução funcional, além de identificar limitações que podem interferir na recuperação.

A progressão terapêutica, portanto, não deve seguir apenas um protocolo: deve acompanhar a resposta do paciente e as demandas específicas da cirurgia realizada.

Neste Dia Mundial da Fisioterapia, nossa homenagem a todos os colegas que, com conhecimento e dedicação, participam diariamente da construção desse caminho de volta ao movimento.

Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425

Leia mais

Automedicação

Automedicação

A dor apareceu, você tomou um anti-inflamatório e alguns dias depois a dor voltou. Isso acontece com muita gente.

Porque aliviar a dor não é a mesma coisa que entender o motivo dela ter surgido.

Em alguns casos, o desconforto está relacionado à inflamação. Em outros, pode envolver sobrecarga, alterações nos tendões, limitação de movimento ou até lesões que precisam de avaliação.

Por isso, o mais indicado é que se os sintomas persistem é preciso procurar orientação médica!

Dor não é apenas um incômodo. É uma informação que o corpo está tentando transmitir e você precisa ouvir!

Responsável Técnico Médico: Dr. Fábio Matsumoto – CRM RS 34110 | RQE 21425

Leia mais

Por que alguns tendões cicatrizam de maneira diferente de outros?

Por que alguns tendões cicatrizam de maneira diferente de outros?

A resposta pode estar, em parte, na própria biologia de cada paciente.

A genética também participa do processo
Estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery identificou associações entre alterações em determinados genes e a falha na cicatrização tendínea, especialmente nos genes MMP3 e TNC.

O que esses genes têm a ver com a cicatrização
A MMP3 participa da remodelação da matriz extracelular, o vínculo que sustenta as células e organiza o tecido.

Já a TNC está envolvida na resposta e na reorganização dos tecidos durante o reparo.

Outro achado relevante
Um polimorfismo no ESRRβ, uma variação natural na sequência do gene do receptor beta relacionado ao estrogênio, também foi associado a alterações na cicatrização tendínea.

Isso significa que a genética determina o resultado?
Não. A cicatrização é multifatorial.

Genética, características do tendão, idade, condições clínicas e fatores relacionados ao tratamento podem participar desse processo.

O que o estudo revela
A cicatrização de um tendão não acontece exatamente da mesma maneira em todas as pessoas. E estudo publicado no Journal of Shoulder and Elbow Surgery revela uma parte dessa diferença na própria genética.

Alterações nos genes MMP3 e TNC, além de uma variante no ESRRβ, foram associadas à falha de cicatrização tendínea. Esses genes participam de processos ligados à organização e remodelação dos tecidos.

Isso não significa que a genética determine o resultado de uma cirurgia. Significa que a resposta biológica ao reparo é mais complexa do que imaginávamos.

Referência: Genetic factors associated with tendon healing failure. Journal of Shoulder and Elbow Surgery, 2026. PMID: 41692714.

Leia mais

Dia do Ortopedista

Dia do Ortopedista

A ortopedia de ombro e cotovelo exige mais do que o domínio da anatomia. Exige compreender a biomecânica do movimento, reconhecer as particularidades de cada lesão e, sobretudo, interpretar o que aquela alteração representa na vida de quem chega ao consultório.

Entre diagnóstico, indicação terapêutica e reabilitação, existe um compromisso que permanece: preservar ou restaurar a função para que o paciente possa retornar ao que lhe é essencial, seja praticar um esporte, trabalhar, cuidar da família ou simplesmente movimentar-se sem limitações.

Neste Dia do Ortopedista, celebramos aqueles que fazem da ciência uma prática diária e do cuidado uma responsabilidade.

 

  • Fernando Carlos Mothes
  • Almiro Gerzson de Britto
  • Fábio Matsumoto
  • Marco Tonding
  • Rodrigo Py Gonçalves Barreto
  • Ivan Simionato

 

Aos nossos ortopedistas, nossa homenagem e reconhecimento!

Leia mais

Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo

Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo

A ortopedia de ombro e cotovelo exige um olhar preciso sobre estruturas que trabalham em conjunto para permitir alguns dos movimentos mais presentes na vida cotidiana.

Cada diagnóstico envolve compreender não apenas a lesão, mas também a história do paciente, suas limitações e seus objetivos: voltar ao esporte, recuperar a independência ou realizar atividades simples sem dor.

Por trás de cada tratamento existe o conhecimento da anatomia, da biomecânica e das diferentes possibilidades terapêuticas, sempre com o propósito de preservar ou restaurar a função.

Neste Dia do Ortopedista de Ombro e Cotovelo, celebramos a dedicação de uma especialidade que transforma ciência em movimento e cuidado em qualidade de vida!

Leia mais

Depois da primeira luxação, é muito mais fácil ter outras.

Depois da primeira luxação, é muito mais fácil ter outras.

Muita gente acredita que, depois que o ombro “volta para o lugar”, o problema está resolvido. Mas nem sempre é assim.

A primeira luxação pode lesionar estruturas que mantêm a articulação estável, como o lábio glenoidal, uma borda de cartilagem que ajuda a sustentar a cabeça do úmero, além dos ligamentos que reforçam essa estabilidade.

Quando essas estruturas são comprometidas, o ombro pode ficar mais vulnerável a novos episódios de luxação. Esse risco costuma ser maior em pessoas mais jovens e em quem pratica esportes de contato ou modalidades com movimentos repetitivos acima da cabeça.

Por isso, fortalecer a musculatura, recuperar a mobilidade e seguir um plano de reabilitação são etapas importantes para devolver estabilidade ao ombro. Antes de tudo, porém, é a avaliação médica que permite compreender a extensão da lesão e definir a conduta mais adequada para cada caso.

Responsável Técnico Dr. Fábio Matsumoto – Médico Ortopedista – CRM RS 34110 | RQE 21425

Leia mais
error

Compartilhe nosso site: