Dor persistente, fraqueza no braço e dificuldade para levantar o braço acima da cabeça. Esses sintomas, muitas vezes subestimados, podem indicar algo mais sério: a ruptura do manguito rotador.
Estudos mostram que cerca de 50% dessa população pode apresentar rupturas, muitas vezes silenciosas. Sem o tratamento adequado, essas lesões podem evoluir para perda de força, dor crônica e limitação significativa dos movimentos.
A boa notícia? A cirurgia do manguito rotador é uma alternativa eficiente e pode ser realizada por videoartroscopia, uma técnica menos invasiva, com recuperação mais rápida, menos dor e menor risco de complicações.
A cicatrização do tendão leva, em média, 6 semanas – período em que os movimentos ativos do ombro devem ser evitados. Já os exercícios de fortalecimento são iniciados apenas após 3 a 4 meses, sempre com orientação do seu ortopedista e do fisioterapeuta.
Fique atento aos sintomas. Dor não é normal!
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Quando o assunto é dor no ombro, muita gente acredita em frases prontas que podem colocar a recuperação em risco.
“Se eu descansar, a dor vai sumir sozinha.”
O repouso absoluto pode até aliviar a dor no início, mas prolongar a inatividade enfraquece músculos e articulações, dificultando a recuperação. O ideal é manter movimentos orientados e exercícios terapêuticos.
“Só cirurgia resolve dor no ombro.”
A maioria dos casos melhora com tratamento conservador: fisioterapia, ajustes de atividade, controle de inflamação e fortalecimento. Cirurgia é indicada apenas quando há lesões graves ou falha do tratamento não cirúrgico.
“Não dói, então está curado.”
A ausência de dor não significa que a função foi restaurada. É preciso recuperar força, estabilidade e mobilidade para evitar recidivas e novas lesões.
“Treinar com dor ajuda a ganhar resistência.”
Ignorar a dor e seguir treinando pode agravar inflamações e até causar rupturas. O corpo usa a dor como sinal de alerta: respeite os limites e busque avaliação.
Descansar demais, pensar que só cirurgia resolve ou ignorar a dor são atitudes que podem prolongar o problema e até piorar a lesão.
Dor no ombro não deve ser ignorada! Ao perceber sinais constantes, converse com seu ortopedista.
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Com a correria do dia a dia, é comum deixarmos a saúde em segundo plano. Mas hoje, no Dia Mundial da Saúde, queremos te lembrar de algo simples e essencial: cuidar de você é essencial.
Praticar uma atividade física que te faz bem, beber água ao longo do dia, manter uma alimentação equilibrada, respeitar o seu descanso e sempre procurar ajuda quando o corpo ou a mente pedem são gestos de autocuidado que fazem a diferença a longo prazo.
E quando falamos em saúde, não falamos só da ausência de doença, falamos de qualidade de vida, disposição e bem-estar.
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No treino, na dança, na caminhada ou no esporte: seus ombros estão com você o tempo todo!
Neste Dia Mundial da Atividade Física, convidamos você a refletir sobre a importância do movimento para o corpo e para a mente, mas também reforçamos um ponto essencial: exercitar-se sem cuidar da saúde das articulações pode gerar lesões e dores que limitam sua liberdade.
Alongar, fortalecer e, principalmente, respeitar os limites do seu corpo é fundamental. E se algo incomodar, procure um ortopedista. Cuidar da articulação hoje é garantir mobilidade para o futuro!
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É comum que pacientes cheguem ao consultório com uma dúvida carregada de apreensão: “Depois que eu operar o ombro, nunca mais vai ser como antes?” Essa crença, bastante difundida, merece uma resposta clara e baseada no que a medicina realmente sabe sobre recuperação funcional após cirurgias ortopédicas.
O que a cirurgia de ombro se propõe a fazer?
Antes de responder à pergunta, é importante entender o propósito do procedimento. A cirurgia de ombro tem como objetivo reparar estruturas lesionadas, corrigir alterações biomecânicas e eliminar a fonte de dor ou instabilidade. Ela não cria um ombro novo, mas corrige um ombro comprometido para que ele volte a funcionar da melhor forma possível.
É a partir daí que o processo de recuperação funcional tem início.
Como o ombro se recupera após a cirurgia?
O pós-operatório de uma cirurgia de ombro envolve fases bem definidas, cada uma com objetivos clínicos específicos:
- Cicatrização tecidual:
Os tecidos operados precisam de tempo para se consolidarem. Nessa fase, o ombro é protegido e os movimentos são restritos conforme a orientação do cirurgião.
- Recuperação da mobilidade:
Com a evolução da cicatrização, a amplitude de movimento é gradualmente retomada por meio da fisioterapia.
- Fortalecimento e estabilidade:
O trabalho muscular progressivo devolve força e controle à articulação.
- Retorno funcional:
As atividades cotidianas, profissionais e esportivas são reintroduzidas gradualmente, respeitando a resposta individual de cada paciente.
É natural que atividades simples retornem com mais rapidez, enquanto movimentos de maior complexidade ou alta demanda física demandem mais tempo. Isso não significa que o ombro não voltará ao normal: significa que a recuperação tem etapas que precisam ser respeitadas.
Então, é mito ou verdade?
É um mito afirmar que o ombro operado “nunca mais volta ao normal”. O que acontece é uma recuperação funcional gradual, e não uma limitação permanente imposta pela cirurgia.
O resultado final depende de fatores como o tipo e a extensão da lesão, a técnica cirúrgica empregada, a resposta biológica individual e, principalmente, a qualidade e a continuidade da reabilitação. Quando há indicação cirúrgica correta e fisioterapia bem conduzida, a grande maioria dos pacientes recupera amplitude de movimento, força e desempenho funcional com segurança.
O que realmente influencia o resultado?
Mais do que a cirurgia em si, o que determina a qualidade da recuperação é o conjunto de cuidados ao longo de todo o processo. Seguir as orientações médicas, comprometer-se com a fisioterapia e respeitar o tempo do próprio corpo são fatores que fazem diferença real no desfecho.
Qualquer dúvida sobre o procedimento ou sobre o que esperar da recuperação deve ser discutida com o ortopedista responsável, que poderá fornecer uma avaliação precisa e personalizada para cada situação.
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A cirurgia do manguito rotador é uma etapa essencial no tratamento das lesões tendíneas do ombro. Porém, o sucesso do procedimento não depende apenas da técnica cirúrgica. A fisioterapia realizada no pós-operatório é o que transforma a intervenção em recuperação funcional real.
O papel da fisioterapia no pós-operatório imediato.
Nos primeiros dias após a cirurgia, o principal objetivo é o controle da dor, do edema e da rigidez articular. Recursos como crioterapia, eletroterapia e mobilizações suaves são utilizados para tornar essa fase mais confortável e reduzir o impacto da inflamação sobre os tecidos em cicatrização.
Essa etapa inicial prepara o ombro para as fases seguintes da reabilitação e não deve ser negligenciada.
Progressão da reabilitação por fases.
A fisioterapia após a cirurgia do manguito rotador é estruturada em fases progressivas, que respeitam o processo biológico de cicatrização dos tendões:
Fase 1 (pós-operatório imediato):
Controle da dor e da inflamação, mobilizações passivas e proteção da área cirúrgica.
Fase 2 (semanas seguintes):
Recuperação gradual da amplitude de movimento, mobilizações ativas assistidas e início do trabalho de estabilização.
Fase 3 (fase intermediária):
Fortalecimento progressivo dos músculos do manguito e dos estabilizadores da escápula, com reequilíbrio articular.
Fase 4 (retorno funcional):
Exercícios específicos para as demandas de cada paciente, seja para o trabalho, as atividades cotidianas ou a prática esportiva.
O tempo de cada fase varia conforme o tipo e a extensão da lesão, a técnica cirúrgica empregada e a resposta individual do paciente.
Consciência corporal e prevenção de novas lesões.
Além do fortalecimento, a fisioterapia trabalha aspectos que passam muitas vezes despercebidos: a consciência corporal, o controle neuromuscular e a estabilidade dinâmica do ombro. São esses elementos que garantem que o ombro recuperado funcione com segurança no longo prazo, reduzindo o risco de recidiva.
Cirurgia e fisioterapia: um resultado que depende dos dois.
Não existe recuperação completa sem reabilitação adequada. Após a cirurgia, o ombro precisa reaprender a se mover, recuperar força e integrar padrões de movimento de forma segura. Esse processo exige tempo e comprometimento, mas os resultados compensam.
Seguir todas as etapas da fisioterapia, com a orientação de um profissional qualificado e alinhado à conduta cirúrgica, é o que diferencia uma boa cirurgia de uma recuperação verdadeiramente completa.
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Chega um momento em que o ombro deixa de responder aos tratamentos convencionais.
Dor constante, perda de movimento e limitações nas atividades do dia a dia são sinais de alerta, especialmente em casos avançados de artrose, lesões irreparáveis dos tendões ou fraturas complexas. Nessas situações, a prótese de ombro pode ser indicada.
O procedimento substitui as superfícies articulares danificadas por componentes artificiais, com o objetivo de restaurar a mobilidade e aliviar a dor. É uma cirurgia segura, com recuperação progressiva e resultados positivos quando bem indicada.
No Grupo do Ombro e Cotovelo da Santa Casa, você conta com cirurgiões ortopedistas que tem como foco o cuidado com o ombro e cotovelo, com experiência em artroplastias e acompanhamento de todo o processo, do diagnóstico ao pós-operatório.
Você não precisa conviver com a dor. O tratamento existe e pode transformar a sua rotina.
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Dor persistente, sensação de peso nos ombros, formigamento nos braços? Esses sintomas, comuns em quem trabalha por horas no computador, dirige longamente ou executa movimentos repetitivos, podem ser sinais de LER/DORT.
As Lesões por Esforços Repetitivos e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho afetam músculos, tendões e nervos, e comprometem a funcionalidade dos membros superiores.
No Dia Mundial de Combate às LER/DORT, reforçamos a importância da ergonomia, do cuidado preventivo e da atenção aos sinais do corpo.
Prevenir é sempre o melhor caminho. Mas tratar com responsabilidade também.
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Os dias quentes e ensolarados são um convite para sair do sedentarismo e aproveitar o verão com mais atividade física. Mas atenção: o aumento súbito na intensidade ou na frequência dos exercícios pode levar a lesões musculares, tendíneas e articulares, especialmente nos ombros.
Para quem está retomando os treinos ou tentando algo novo, vale seguir algumas orientações:
- Respeite o seu ritmo: aumente a intensidade de forma gradual.
- Aqueça e alongue: prepare o corpo antes e depois de cada atividade.
- Invista em orientação: conte com profissionais capacitados.
- Hidrate-se: o calor exige reposição constante de líquidos.
- Cuidado com movimentos repetitivos: eles são grandes vilões do ombro.
Se a dor persistir ou surgir limitação de movimento, procure um ortopedista.
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Nosso trabalho foi reconhecido entre os melhores da América Latina!
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O Grupo de Cirurgia do Ombro da Santa Casa de Porto Alegre foi incluído no ranking internacional Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026, realizado pela revista Newsweek em parceria com a Statista, conquistando a 92ª posição na especialidade de Ortopedia – Cirurgia de Ombro.
Esse reconhecimento reforça o compromisso da nossa equipe com a qualidade, a atualização constante e o cuidado centrado no paciente.
Parabéns a todos os profissionais envolvidos nessa conquista que é reflexo do trabalho coletivo, técnico e humano de cada dia.
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