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Dor no cotovelo: nem sempre precisa de ressonância

Dor no cotovelo: nem sempre precisa de ressonância

Sente uma fisgada no cotovelo quando vai carregar as sacolas do supermercado, segurar o telefone ou treinar?

Na correria, a primeira reação de muita gente é achar que precisa correr para uma ressonância magnética para descobrir o problema.

Mas a verdade é que o ultrassom costuma ser um caminho muito mais prático. Um estudo recente publicado no PubMed (PMC9407887) mostrou que o ultrassom tem 95% de sensibilidade para diagnosticar a epicondilite medial – o famoso “cotovelo do golfista”, que surge por movimentos repetitivos no trabalho ou no esporte.

O segredo não é a complexidade da tecnologia utilizada para diagnosticar o que você está sofrendo, mas um exame bem feito por quem entende.

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